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quinta-feira, 25 de março de 2010

CRONOLOGIA DE ELVIS

Cronologia

* A seguir alguns dos momentos que são considerados como marcantes na carreira de Elvis Presley.

Marca registrada

King of Rock 'n' Roll® é uma marca registrada pela "EPE" (Elvis Presley Enterprises, Inc.), ou seja, o título Rei do Rock n' Roll só pode ser usado para se referir a Elvis Presley.

Discografia essencial

Anos 70

* Elvis in Concert (1977)
* Moody Blue (1977)
* From Elvis Presley Boulevard, Memphis, Tennessee (1976)
* The Sun Sessions (1976)
* Elvis Today (1975)
* Promised Land (1975)
* Elvis as Recorded Live on Stage in Memphis (1974)
* Good Times (1974)
* Raised on Rock (1973)
* Elvis (1973)
* Aloha from Hawaii (1973)
* Elvis as Recorded at Madison Square Garden (1972)
* He Touched Me (1972)
* Elvis Now (1972)
* Elvis Sings the Wonderful World of Christmas (1971)
* Love Letters from Elvis (1971)
* Elvis Country (1971)
* Elvis: That's The Way It Is (1970)
* Almost In Love (1970)
* On Stage (1970)
* Let's Be Friends (1970)

Anos 60

* From Memphis To Vegas/From Vegas To Memphis (1969)
* From Elvis in Memphis (1969)
* Elvis NBC TV Special (1968)
* Elvis Sings Flaming Star (1968)
* How Great Thou Art (1967)
* Elvis For Everyone (1965)
* Roustabout (1964)
* Viva Las Vegas (1964)
* Fun in Acapulco (1963)
* Kid Galahad (1962)
* Pot Luck (1962)
* Follow That Dream (1962)
* Blue Hawaii (1961)
* Something for Everybody (1961)
* His Hand in Mine (1960)
* G.I. Blues (1960)
* Elvis is Back! (1960)

Anos 50

* King Creole (1958)
* Elvis Christmas Album (1957)
* Jailhouse Rock (1957)
* Loving You (1957)
* Peace In The Valley (1957)
* Love Me Tender (1956)
* Elvis (1956)
* Elvis Presley (1956)

Videografia recomendada

* This is Elvis (1981)
* Elvis in Concert (1977)
* Aloha from Hawaii (1973)
* The Alternate Aloha (1973)
* Elvis on Tour (1972)
* That's The Way It Is (Special Edition)
* That's The Way It Is (1970)
* Elvis NBC TV Special (1968)
* Roustabout (1964)
* Viva Las Vegas (1964)
* Kid Galahad (1962)
* Follow That Dream (1962)
* Wild in the Country (1961)
* Flaming Star (1960)
* Welcome Home Elvis (1960)
* King Creole (1958)
* Jailhouse Rock (1957)
* Loving You (1957)
* Love me Tender (1956)

Outros

* The Great Performances 1, 2 e 3
* The Lost Perfomances
* He Touched Me (Documentário)
* One Night With You

Bibliografia

Brasil

* "Elvis - Mito e Realidade" - Maurício Camargo Brito
* "Elvis Por Ele Mesmo" - Marcelo Eduardo Lemos Costa e J. C. Bruno - Editora Martin Claret (1989)
* "Elvis Presley" - Ana Flávia Miziara e Marcelo Eduardo Lemos Costa - Editora Roka (1996)
* "Elvis" (Coleção Para Saber Mais) - Odair Braz - Revista "Super Interessante" (2004)
* "Elvis - O Rei de Las Vegas" - Waldenir Cecon - Elvis Presley's World Fan Club (2005)
* "Elvis em Turnê - Waldenir Cecon - Elvis Presley's World Fan Club (2006)

Estados Unidos

* "Elvis Mania" - Lee Jay Vega (1975)
* "Elvis" - Albert Goldman (1981) ISBN 0-7139-1474-2
* "Elvis and Me (Elvis e Eu)" - Priscilla Presley e Sandra Harmon (1985) ISBN 0-425-09103-1
* "The Immortal Elvis Presley, 1935-1977" - Joseph Adair (1992) ISBN 0-603-55097-5
* "Elvis: The Secret Files" - John Parker (1993) ISBN 1-85470-039-1
* "Last Train to Memphis" - Peter Guralnick (1994) ISBN 0-349-10651-7
* "Elvis Aaron Presley - Revelations from the Mafia Memphis" - Alanna Nash (1995) ISBN 0-06-017619-9
* "Essential Elvis - A Photographic Survey Of His Top Fifty Recordings" - Peter Silverton (1997) ISBN 0-233-99245-6
* "Elvis! Elvis! Elvis: The King and His Movies" - Peter Guttmacher (1997) ISBN 1-56799-530-6
* "Images Of Elvis Presley In American Culture 1977-1997 - The Mystery Terrain" - George Plasketes (1997) ISBN 1-56023-861-5
* "A Life In Music - The Complete Recording Sessions" - Ernst Jorgensen (1998) ISBN 0-312-18572-3
* "All Shook Up - Elvis Day By Day, 1954 -1977" - Lee Cotten (1998) ISBN 1-56075-046-4
* "Elvis' Search For God" - Jess Stearn e Larry Geller (1998) ISBN 1-883729-07-6
* "Careless Love - The Unmaking of Elvis Presley" - Peter Guralnick (1999) ISBN 0-316-33222-4
* "Elvis Culture; Fans, Faith & Image" - Erika Doss (1999) ISBN 0-7006-0948-2
* "Elvis Day by Day" - Peter Guralnick e Ernst Jorgensen (1999) ISBN 0-345-42089-6
* "Travels With Elvis" - Jack Barth (1999) ISBN 0-517-20309-X
* "Trying To Get To You - The Story Of Elvis Presley" - Valerie Harms (2000) ISBN 0-595-09298-5
* "Word for Word" - Jerry Osborne (1999) ISBN 0-932117-29-5 e (2000) ISBN 0-609-60803-7
* "Infinite Elvis - An Annotated Bibliography" - Mary Hancock Hinds (2001) ISBN 1-55652-410-2
* "All Shook Up: Collected Poems about Elvis" - Will Clemens e Jon Hughes (2001) ISBN 1-55728-704-X
* "Elvis Mania - Long Live The King!" - Linc Wonham (2002) ISBN 1-57243-521-6
* "Elvis by the Presley's" - David Ritz (2005) ISBN 0-307-23741-9
* "Essential Elvis Interviews" - Andrew Hearn (2005) ISBN 0-9549820-0-2

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Recordes de Elvis Presley.

Elvis Presley foi considerado pela história como o rei do rock. Tudo isso devido ao seu talento e pioneirismo. Elvis foi o maior vendedor de discos de todos os tempos, ultrapassando a marca de 1 bilhão desde os anos 80. Por sua carreira ter sido preenchida por vários marcos, a sua obra ainda hoje se mantém intacta e distinta. Ele é detentor de um infindável número de sucessos, tanto em relação as canções como em álbuns por todo o planeta, sendo apontado como o detentor do maior número de sucessos conferidos a um artista popular.

Eleições e Pesquisas.

Grandes Americanos da História
  • Em uma eleição que foi considerada histórica e que foi realizada pelo site e maior grupo de comunicação do mundo, a AOL elegeu os maiores estadunidenses da história americana, Elvis na votação ficou em 8º lugar. Ele ficou em oitavo entre os maiores americanos de todos os tempos em todas as áreas, além de ter sido o 5º do século XX e o 1º dentre os artistas.

A classificação final foi a seguinte:

Posição Nome
Ronald Reagan
Abraham Lincoln
Martin Luther King, Jr.
George Washington
Benjamin Franklin
George W. Bush
Bill Clinton
Elvis Presley
Oprah Winfrey
10º Franklin D. Roosevelt


Os maiores do Reino Unido
  • Elvis está no topo da lista de artistas mais bem sucedidos na historia da música britânica, de acordo com o Guiness Book Of Records. A classificação é feita pelo número de semanas em que as gravações do artista permaneceram nas paradas de sucesso de 1952 até 2005. Elvis tem um larga vantagem sobre o segundo colocado, Cliff Richard.
Posição Nome Nº de semanas até 2005
Elvis Presley 2,463
Cliff Richard 1,972
The Beatles 1,749
Queen 1,725
Madonna 1,653
Elton John 1,615
The Shadows 1,578
Michael Jackson 1,477
David Bowie 1,459
10º U2 1,402

Recorde de Audiência na Televisão.

Em 1973 Elvis realizou um especial de televisão que marcou a história das telecomunicações, chamado de Aloha From Hawaii, sendo transmitido por Satélite para mais de 40 países ao redor do globo. Para se ter uma idéia, na Coréia e em Hong Kong, a audiência foi de 70%, e nas Filipinas, foi de incríveis 90%. Mais de um bilhão e meio de espectadores assistiram ao show no mundo inteiro, e posteriormente os Estados Unidos, em Abril, gerando tantos espectadores no país que hoje ainda detêm a maior audiência Americana, com mais de 50% das televisões sintonizadas no especial. A ida do Homem à Lua era até então o maior sucesso de audiência, sendo quebrado por Elvis Presley.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Detalhes sobre a Cronologia da vida de Elvis Presley

1935 - Nasce em Tupelo, Mississippi (EUA), Elvis Aaron Presley, filho de Vernon e Gladys Presley, no dia 8 de janeiro. Ele teve um irmão gêmeo, Jessie Garon, que nasceu morto.1946 - Elvis ganha seu primeiro violão.

1948 - A família Presley muda-se para Memphis.1953 - Elvis grava duas canções, "My Happiness" e "That's When Your Heartaches Begin", por US$ 4, e dá o disco de presente para sua mãe.

1954 - Em janeiro, volta ao estúdio para fazer outras gravações. O dono do estúdio, Sam Phillips, surpreende-se com o talento de Elvis e o chama para gravar a canção "Without You". O cantor grava seu primeiro compacto pela Sun Records, uma versão de "That's All Right", e passa a se apresentar em pequenos clubes. Em outubro, Elvis se apresenta pela primeira vez no programa de rádio "Louisiana Hayride". No mês seguinte, assina com o programa um contrato de um ano, para apresentações aos sábados. Durante esse perído, Elvis conhece o promotor e empresário de artistas country, "Colonel" Tom Parker, que o acompanharia por grande parte de sua carreira.

1955 - Em agosto, Elvis assina um contrato com a empresa do cantor country Hank Snow e de Tom Parker. O "Colonel" passa a ser seu empresário. Em novembro, Elvis assina com a gravadora RCA, que compra os direitos de seus cinco singles lançados pela Sun e também o material inédito gravado pelo selo. O valor total de US$40 mil pago pela RCA é mais alto até então. A editora Elvis Presley Music é criada para cuidar dos direitos das canções de Elvis.
1955. Ao mesmo tempo em que continua sua carreira de ator, assina um contrato para se apresentar no International Hotel, em Las Vegas, por quatro semanas. Os shows geram seu primeiro disco ao vivo, "Elvis in Person at the International Hotel", lançado em 70. O compacto "Suspicious Minds" sai em setembro de 69. Pela primeira vez, desde 62, Elvis chega ao primeiro lugar da parada de compactos. Em novembro estréia nos cinemas "Change of Habit", seu último longa-metragem como ator.

1956 - Elvis faz sua primeira gravação nos estúdios da RCA, em janeiro. No mesmo mês, sai o compacto com "Heartbreak Hotel" e "I Was The One", que vende 300 mil cópias em três semanas. No dia seguinte ao lançamento do single, Elvis e seu grupo participam pela primeira vez de um programa de TV, o "Stage Show" da rede CBS. Seu primeiro álbum, "Elvis Presley", é lançado em março. O disco lidera por 10 semanas a parada pop da Billboard e vende mais de 1 milhão de cópias. Em agosto começam as filmagens de seu primeiro longa, "Love Me Tender", que estréia nos cinemas em novembro.

1957 - Em março, Elvis compra a mansão Graceland, para onde se muda em abril com seus pais e a avó paterna. No mesmo mês, apresenta-se pela primeira vez fora dos EUA, no Canadá. Seu segundo filme, "Loving You" estréia em julho. "Jailhouse Rock", seu terceiro longa, é lançado em outubro, em Memphis. Em dezembro de 57, Elvis é oficialmente recrutado pelo exército norte-americano.

1958 - Entra para o exército em março. Em junho, durante sua primeira folga, faz sua última gravação até 1960, quando deixa a vida militar. Um mês depois, seu quarto filme, "King Creole", estréia nos cinemas. O longa é um sucesso e a performance de Elvis recebe ótimas críticas. Sua mãe, Gladys, morre em 14 de agosto, aos 46 anos. No final do ano Elvis é transferido para uma base americana na Alemanha, onde ficará por 18 meses.

1959 - Em novembro, conhece, na Alemanha, Priscilla Ann Beaulieu, filha de um Capitão americano também transferido para o país.

1960 - Elvis deixa o exército em março e volta para Memphis. Grava algumas canções que serão lançadas no disco "Elvis is Back!". Em julho seu pai se casa com Davada Stanley. Seu quinto filme, "GI Blues", estréia em novembro. Sua trilha sonora fica por 111 semanas na parada de sucessos. Em dezembro, seu filme seguinte, "Flaming Star", chega aos cinemas. Por trazer poucas canções, o filme não atinge o mesmo sucesso dos anteriores.

1961 - O cantor vai para o Havai, onde se apresenta ao vivo e começa a filmar "Blue Hawaii". Seu novo filme, "Wild in The Country", estréia e divide a crítica. "Blue Hawaii" é lançado no final de novembro e faz grande sucesso. Um dos clássicos do repertório do cantor, "Can't Help Falling in Love", faz parte da trilha sonora do filme.

1962 - Elvis lança três novos filmes, "Follow That Dream", "Kid Galahad" e "Girls! Girls! Girls!". Em dezembro, Priscilla Beaulieu visita Elvis nos EUA. Ela passa o Natal em Graceland e se muda para a casa no início do ano seguinte.

1963 - Elvis passa parte do ano nos estúdios cinematográficos, trabalhando em novos filmes. Seu 13º, "Fun in Acapulco", é lançado em novembro, com grande sucesso. O cantor continua a gravar e lançar discos, especialmente trilhas sonoras.

1964 - Considerado um de seus piores filmes, "Kissin Cousins" estréia em março. Em contrapartida, "Viva Las Vegas", lançado em junho, é considerado um dos melhores de Elvis no período. Continua a filmar e a lançar discos durante o ano.

1965 - Em agosto, recebe a visita dos Beatles em sua casa na Califórnia. Durante as horas que passam juntos, chegam a fazer uma jam session.

1966 - Elvis pede Priscilla em casamento em dezembro.

1967 - Em março, lança seu segundo álbum de músicas religiosas, "How Great Thou Art". O disco rende à Elvis seu primeiro Grammy, como melhor disco religioso. Casa-se com Priscilla em 1º de maio, em Las Vegas. No final do mês, fazem outra cerimônia, em Graceland, para os que não puderam ir até Las Vegas. Continua a filmar e a gravar. Um dos filmes lançados é "Clambake".

1968 - Em 1º de fevereiro nesce a filha de Elvis e Priscilla, Lisa Marie Presley. Este ano marca o "renascimento" da carreira de Elvis, que dava sinais de desgaste. O especial de TV "68 Comeback", que foi ao ar em dezembro, é sucesso de público e crítica, e dá novo ânimo à sua carreira.

1969 - Elvis volta a gravar em Memphis, pela primeira vez desde

1970 - Volta a se apresentar em Las Vegas. Sua primeira turnê desde 1957 acontece entre 9 e 14 de setembro, e passa por nove cidades com grande sucesso. No final do ano, estréia nos cinemas o documentário, "Elvis, That's the Way It Is", filmado durante as temporadas de Las Vegas e a recente turnê. Em dezembro, visita o Presidente Richard Nixon, na Casa Branca.

1971 - Entre janeiro e fevereiro, faz uma temporada de um mês em Las Vegas. Descobre que sofre de glaucoma em março e interrompe gravações em Nashville. Dois meses depois, volta ao estúdio. Até o final do ano, Elvis continuará a se apresentar em hotéis de Las Vegas.

1972 - Elvis e Priscilla se separam. Em abril, lança seu segundo disco gospel, "He Touched Me", que ganha outro prêmio Grammy. Em junho faz quatro shows esgotados em Nova York, no Madison Square Garden. Os shows resultam em mais um disco ao vivo, lançado apenas nove dias depois. Em novembro sai o filme "Elvis on Tour", que ganha o Globo de Ouro de melhor documentário.

1973 - Um dos pontos altos da carreira de Elvis acontece em janeiro, quando vai ao ar, ao vivo, para diversos países do mundo, o especial "Elvis: Aloha from Hawaii". O show é assistido por mais de 1 bilhão de pessoas. Em março, Elvis e "Colonel" Parker vendem para a RCA os direitos de todas as suas canções gravadas até então. A trilha do especial de TV é lançada em maio e chega ao primeiro lugar da Billboard. Diversos problemas de saúde afetam Elvis, que é internado em outubro com pneumonia e hepatite, entre outras complicações.

1974 - Elvis volta afazer shows em Memphis, em quatro apresentações lotadas. O disco ao vivo "Elvis Recorded Live on Stage in Memphis" dá ao cantor seu terceiro Grammy, em 75.

1975 - Elvis é hospitalizado novamente no começo do ano. Continua a se apresentar ao vivo e volta ao hospital em setembro. Voa pela primeira vez em seu jato particular, o Lisa Marie.

1976 - Grava, em Graceland, um novo disco, "From Elvis Presley Boulevard, Memphis, Tennessee".

1977 - Em abril é hospitalizado novamente, em Memphis. Se apresenta ao vivo pela última vez no dia 26 de junho, em Indiana. No dia 16 de agosto Elvis morre em Graceland, de parada cardíaca, enquanto descansava antes de viajar para continuar sua turnê. Sua morte é atribuída a overdose de remédios, medicamentos no qual ele tomava periodicamente.

Quem vendeu mais, Elvis Presley, Michael Jackson ou Beatles?

Os órgãos responsáveis pelo cálculo de quanto vende um artista possuem regras acerca de como se somam os números. Bem, Elvis Aaron Presley - > não possui um órgão ( nem mesmo o RIAA ) o qual tenha todos os números considerados, pois as ' faturas ' contendo os números de venda de Elvis se perderam para sempre, em boa parte! Porém, se conduz auditorias, as quais checam a vendagem de Elvis, pelos impostos pagos por álbuns vendidos, é mais confiável, pois coibe fraude das gravadoras ( pois é difícil alguém pagar imposto por álbuns não vendidos!! O número é, pelas auditorias:400 milhões de discos nos EUA, pela RCA ( agora comprada pela SONY BMG )200 milhões de discos a mais nos EUA pela Time Life ( uma apenas de várias outras produtoras que detinham vendas de Elvis )+ 400 milhões ao redor do mundo, pela gravadora de Elvis+ cerca de 200 milhões ao redor do mundo, por outras gravadoras. Neste caso, as mais famosas, não considerando outras várias menores!! TOTALIZANDO, 1 BILHÃO E 200 MILHÕES EM NOSSOS DIAS ATUAIS, ATRAVÉS DE AUDITORIAS FISCAIS, E MAIS MICHAEL JACKSON, AINDA TERÁ QUE PROVAR, POR AUDITORIA, A VENDAGEM DE 750 MILHÕES. NÃO BASTA A GRAVADORA ANUNCIAR. POIS, EM TAIS OCASIÕES, É MUITO COMUM SE EXAGERAR OS NÚMEROS. POR ISTO, A VENDAGEM DE ELVIS TEVE QUE SER CALCULADA POR MÉTODOS MAIS CONFIÁVEIS. CURIOSIDADES: ELVIS AINDA POSSUI CERCA DE 220 ÁLBUMS NÃO CERTIFICADOS NOS EUA ( por ainda não terem atingido um número redondo de 500 mil cópias, 1 milhão, 2 milhões, etc ) + incontáveis discos, como já dissemos, vendidos por outras produtoras que não as suas; os quais JAMAIS foram premiados. Tudo isto, conta nos números acima ) CERTAMENTE, ELVIS É O MAIOR VENDEDOR DE TODOS OS TEMPOS, SENDO QUE CERCA DE 200 MILHÕES DE DISCOS VENDIDOS APENAS 2 ANOS APÓS A SUA MORTE, NÃO ESTÃO CONTADOS ACIMA AINDA, VISTO PROCEDIMENTO NECESSÁRIO DE VERIFICAÇÃO, QUE NÃO TEM DATA PARA TERMINAR. MAS QUE FORA INICIADO, EM VISTA DE PEDIDOS DA BILLBOARD MAGAZINE E ROLLING STONE, HÁ DECADAS ATRÁS - MAS, SENDO PERDIDOS DOCUMENTOS DA RCA E, OUTROS ÓRGÃOS, FICARÁ DIFÍCIL A CONTAGEM FINAL. TAIS PERDAS OCORRERAM PELO TEMPO E, POR OUTROS ÓRGÃOS, MAIS IMPORTANTES NESTAS ÉPOCAS, TEREM AJUDADO NA PREMIAÇÃO DA MÚSICA. APÓS A MORTE DE ELVIS - AS 40 FÁBRICAS DA RCA TRABALHAVAM DIA E NOITE NOS EUA, EUROPA, CANADÁ E ETC, ALUGANDO MAIS FÁBRICAS DE OUTRAS PRODUTORAS PARA VENCER DEMANDA ! !Os Beatles tem dificuldade de provarem 800 milhões de cópias pelos métodos acima descritos. Creio que Michael também o terá! As estimativas de 1 bilhão dos Beatles e 750 milhões de Michael estão no mesmo pé = em afirmativas produtoras da imagem das mesmas. ELVIS, TEVE UMA AUDIÊNCIA DE 1 BILHÃO À 1 BILHÃO E MEIO DE PESSOAS NA PRIMEIRA TRANSMISSÃO VIA SATÉLITE DE UM EVENTO MUNDIAL, O SEU SHOW " ELVIS ALOHA FROM HAWAII ". ELVIS, COM CERTEZA VENDEU BEM MAIS. DE ACORDO COM A CRÍTICA MUNDIAL, AUDITORIAS, EMPRESAS E, REVISTAS COMO A BILLBOARD NAS AFIRMAÇÕES DOS ANOS APÓS A SUA MORTE E, TAL. ELVIS, GRAVOU TODOS OS TIPOS E ESTILOS, O QUE LHE DAVA UM PÚBLICO MAIS CONSUMISTA.THRILLER VENDEU, POR AUDITORIAS DO RIAA = O MAIS IMPORTANTE ÓRGÃO DESTE CANAL, 50 MILHÕES DE CÓPIAS E, NÃO 100.SE PEGARMOS OS VINTE MAIORES SUCESSOS DE ELVIS E, FIZERMOS DOIS DISCOS, CADA UM COM 10 DOS SEUS MAIORES SUCESSOS; CADA DISCO REPRESENTARIA 60 MILHÕES EM VENDA. TOTALIZANDO 120 MILHÕES DE CÓPIAS, OS DOIS DISCOS VENDIDOS JUNTOS.OS 60 MILHÕES DE APENAS UM DELES JÁ SERIA UMA MARCA E TANTO COMO AS MÚSICAS FORAM LANÇADAS SEPARADAMENTE, GERALMENTE EM ' SINGLES ', SEM A PRETENÇÃO DE SE FAZER DOIS ÁLBUNS COM ELAS, ATÉ PORQUE SÃO DE ÉPOCAS DIFERENTES, NÃO SE CONTAM DOIS ÁLBUNS, MAS VÁRIOS; PORÉM, A VENDAGEM DE ELVIS E A SUA COMERCIABILIDADE É INFINITAMENTE MAIOR QUE JACKSON POR DUAS RAZÕES:- ELVIS GRAVOU BLUES,COUNTRY, ROCK, GOSPEL, MÚSICA HAVAINA, DENTRE MAIS, SENDO A SUA MÚSICA MAIS PENETRANTE EM VÁRIAS CAMADAS.SENDO QUE, O CD 30 SUCESSOS NÚMERO 1 ( DE SUCESSOS ALCANÇADOS NOS EUA E INGLATERRA ) LANÇADO EM 2002, JÁ VENDERA QUASE 20 MILHÕES DE CÓPIAS, SOMANDO AINDA MAIS AOS DOIS DISCOS CITADOS ACIMA. CERCA DE, 70 MILHÕES DE CÓPIAS PARA CADA UM, ENTÃO FORA O SEU MAIOR VEÍCULO DE FAMA: OS SEUS FILMES, QUE SOMAM MAIS DE 30, O PRÓPRIO MICHAEL JACKSON, COMO GARTH BROOKS, MADONNA, DENTRE OUTROS, JÁ DISSERAM QUE OS MÉTODOS ACEITOS PELO RIAA PARA A CONTAGEM DE DISCOS É NA VERDADE UMA GENTILEZA, NÃO UMA VERDADE, POIS CONSIDERA APENAS ALGUMAS MANEIRAS, COMO FATURAS EMITIDAS DA VENDA DE DISCOS, CERTO PREÇO NECESSÁRIO PARA QUE SE CONTE UM ÁLBUM COMO VENDIDO, DENTRE MAIS; NÃO SENDO, SEGUNDO ESTES ASTROS, REAL VENDAGEM, MAS TÉCNICA DE CONTAGEM.A CRÍTICA, MASSIVAMENTE, TAMBÉM CONCORDA COM ISTO.A RCA, COMPANHIA DE ELVIS, RECEBIA ENCOMENDAS NO NÚMERO DE 20 MILHÕES DE UNIDADES POR MÊS PARA OS DISCOS DE ELVIS, LOGO APÓS A SUA MORTE. TAL, OCORREU COMO FENÔMENO SEM PRECEDENTES NA HISTÓRIA DA MÚSICA.NÃO SEI PORQUE A IMPRENSA COLOCA QUE JACKSON VENDEU OU VENDERÁ MAIS. ACHO BASTANTE DIFÍCIL ! ! COMO DIGO, GOSTO MUITO DE MICHAEL JACKSON, MAS ELVIS EM VÁRIOS ASPECTOS POSSUIA UM OUTRO APELO E MAIS GERAÇÕES CONSUMINDO UM CATÁLOGO DE MAIS DE 700 MÚSICAS GRAVADAS, NÃO HAVERIA COMO MICHAEL VENDER MAIS SOBRE OS NÚMEROS DE ELVIS, ATÉ HOJE, DOS GRANDE HISTORIADORES E CRÍTICOS MUNDIAIS, APENAS 1 DISCORDARA. REFERINDO-SE À ACADEMIAS MUNDIAS DE PESQUISA HISTÓRICA DA MÚSICA MUNDIAL.SEM FALAR QUE, A INTEGRAÇÃO DA CULTURA BRANCA COM A NEGRA, DE MANEIRA ORIGINAL, A QUAL DERA ESPAÇO AOS MÚSICOS NEGROS E COLOCOU A MÚSICA NEGRA NO MUNDO BRANCO, JÁ SE DEU EM 1954 - 1956, COM UM GAROTO BRANCO, LOIRO ( que pintava seu cabelo de preto ), DE OLHOS AZUIS ( que usava lente de contato escura ) CHAMADO ELVIS ARON PRESLEY.Sinceramente, não entendi porque a mídia disse que Michael fora o maior responsável por esta fusão. Elvis começou muito antes. E, RAY CHARLES, LITTLE RICHARD, CHUCK BERRY, DENTRE DEZENAS, são da época de Elvis.Sem citar que, todos já sabem disto, OBVIAMENTE QUE, UM MÚSICO DO GABARITO DO REI MICHAEL, SENDO NEGRO E, COM TANTO TALENTO, MERECE TAMBÉM O TÍTULO. SEM SOMBRA DE DÚVIDA ALGUMA, PELA FANTÁSTICA CRIAÇÃO QUE FEZ.

Fonte(s):
BILLBOARD INTERNATIONAL
ROLLING STONE MAGAZINE, DENTRE MAIS, SENDO BOA PARTE DA PESQUISA, EM EDITORIAIS DA ÉPOCA DE ELVIS OU PÓSTUMA.

Alguns dados sobre a carreira de Elvis Aaron Presley

MEMPHIS, Estados-Unidos, 12 Ago 2007 (AFP) - Com mais de 1 bilhão de discos vendidos, Elvis Presley bateu todos os recordes para um artista solo.Veja alguns números que ajudam a resumir a grandiosidade da carreira do cantor.

150: o número de álbuns e de singles que foram certificados "disco de ouro", "disco de platina" ou "disco de multiplatina" gravados pela Recording Industry Association of America.

149: o número de canções de Elvis que entraram na classificação dos 100 melhores títulos dos Estados-Unidos.

31: o número de filmes nos quais Elvis teve o papel principal.

40: o número de países nos quais seu concerto em 1973 "Elvis - Aloha from Hawaii" foi retransmitido por satélite. A audiência mundial foi estimada em 1,5 bilhão de pessoas, mais pessoas do que na transmissão dos primeiros passos do homem à lua.

625: o número de fã-clubes de Elvis em 45 países.

85.000: o número estimado de imitadores de Elvis no mundo.

600.000: o número de pessoas que se encontram a cada ano em peregrinação em Graceland. A casa onde Elvis Presley morou durante 20 anos foi classificada como monumento histórico em 2006.

48 milhões: a quantia ganha pela "Elvis Presley Enterprises" em 2006.

500 milhões: o número de selos comemorativos à imagem de Elvis impressos pelos correios americanos. Mais de 1,2 milhão de pessoas votaram para escolher a imagem entre duas possíveis: uma de Elvis nos anos 1950 em jovem roqueiro e uma tirada no momento de seu concerto "Aloha from Hawaii" em 1973. Acabaram escolhendo a primeira.

Fonte:
14/08/2007 - 09h05
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u319833.shtml

domingo, 4 de outubro de 2009

Frases de Elvis Presley

"Quando não se está apaixonado, não se está vivo."

"Eu não sou Rei. Cristo é o Rei. Eu sou apenas um cantor."

"Fofocas são apenas palavras pequenas vindas de mentes pequenas."

"A imagem é uma coisa o ser humano é outra. É difícil manter uma imagem."

"Eu não teria chegado aonde cheguei se não fosse com a ajuda de Deus, pois eu sei que ele guia cada passo meu."

"O dinheiro existe para ser espalhado, quanto mais felicidade ajudar a criar, mais valor tem."

"A única vez em que me meti em problemas foi quando roubei ovos, quando era menino. Acho que sei diferenciar o certo do errado."

"Se você odeia um outro ser humano por causa de sua raça, esta odiando parte de você mesmo."

"Cuidem bem dos vossos fãs e podem ter a certeza que eles cuidarão bem de vocês."

"A única coisa boa em ter dinheiro é que você não precisa se preocupar com ele. Se eu gastar tudo hoje amanhã ganho mais. Isso não importa. O que importa são as pessoas que temos a nossa volta."

"Deve haver alguma coisa em comum entre medicamentos e meditação, eles tem o mesmo efeito."

"Agora compreendo algo sobre mim mesmo. Tenho a força do céu e do inferno em mim. Preciso aprender a equilibrá-las porque são perigosas. Tenho que saber me controlar."

"Coincidência é coisa que não existe. Há significado para tudo. Sempre soube que existe uma vida espiritual mas não da forma como as igrejas impõem, causando medo. Se os rapazes me ouvirem falando essas coisas vão achar que estou louco."

"Eu era incompreendido até mesmo quando ainda era um menino em Tupelo."

"Eu era apenas uma criança muito protegida e mimada por ser filho único."

"Eu acho que é mais importante acreditar em Deus do que ir a Igreja."

"Eu não diria que garotas são um hobby meu. São um passatempo."

"Apenas sou um cara que procura respostas."

"Não sei uma nota de música. Nem preciso."


segunda-feira, 17 de novembro de 2008

A Saúde de Elvis Aron Presley

A saúde do REI piorava. Em março de 1977, mandou preparar seu testamento. Os beneficiários foram seu pai Vernon, Lisa Marie e sua avó Minie Mae. Depois disso, fez uma rápida viagem de descanso para o Hawaii na qual não acabou bem, pois ficou com o olho infeccionado resolvendo voltar. O REI fez mais um especial de TV. Desta vez para a CBS. O show foi gravado em Rapid City, onde nunca tinha estado antes. As gravações foram feitas dia 19 de junho e sua voz continuava tão poderosa quanto antes. Foi gravado também um show em Omaha no dia 21. O programa foi ao ar somente em outubro de 1977, após a morte do REI. Concluídas as gravações, o REI seguiu com a turnê. No dia 26 de junho de 1977, chegou a Marquet Arena, em Indianápolis, Indiana. ELVIS usava um macacão com um sol asteca, sendo esta a última vez que o REI subiria aos palcos. Agosto - 1977 Priscilla enviou Lisa Marie para passar um tempo com seu pai. Duas semanas antes de sua morte, após o lançamento do livro: "ELVIS, What Happened?", o REI queria acabar com a má impressão causada pelo livro. Planejava uma nova turnê, cujo ponto alto seria um mega show. No fim da tarde do dia 15, ELVIS foi ao dentista. À noite, queria fechar um cinema, mas não achou um projecionista que pudesse trabalhar depois da meia noite, voltando para Graceland. Neste exato momento, um fan tiraria a suposta última foto do maior artista que este mundo já conheceu. Às 5:00 da manhã do dia 16, ELVIS e Ginger jogaram squash por mais ou menos 2 horas, indo mais tarde dormir. Mas como sempre, ELVIS teve insônia. Às 9:00 da manhã, levantou-se da cama, com dores nos ossos e beijou Ginger. Retirou-se e foi até seu escritório.(Fato desconhecido por muitos, ELVIS tinha um princípio de câncer nos ossos, graves problemas de cólon, do aparelho digestivo e um glaucoma na vista esquerda, decorrente de hipertensão e stress. Uma característica de ELVIS sempre foram os seus óculos, que eram inicialmente usados para proteger este glaucoma. Tudo isso levou ELVIS a usar quantidades nada moderadas de remédios.) Quando Ginger começou a pegar no sono, ouviu ele se movimentando e enxergou sua sombra por uma fresta na porta quase fechada. Por volta das 14:00 horas da tarde, Ginger acordou, chamou por ELVIS e nada ouviu. Então, levantou-se e dirigiu-se à porta do escritório de ELVIS, que incluia também uma biblioteca e um grande banheiro. Não querendo ser atrevida demais para abrir a porta, simplesmente olhou por entre a fresta que estava aberta. Através do reflexo do esfumaçado espelho do banheiro, pode ver ELVIS caído no chão. Bateu levemente em sua face. Sem resposta. Tentou mais forte e nada. Em pânico, interfonou chamando Esposito que imediatamente subiu até a suíte do REI juntamente com Charlie Hodge e Al Strada. Joe massageou o peito de ELVIS e nada adiantou. Strada olha para seu relógio. Eram 14:33 horas. Finalmente uma unidade do Corpo de Bombeiros, chegou em Graceland. Fizeram tentativas em reanimar ELVIS, mas decidiram levá-lo para o hospital. Às 14:48, a ambulância chegou na entrada da sala de emergência do Hospital Batista de Memphis. A equipe trabalhou cerca de 30 minutos tentando reanimá-lo. Às 15:30 horas do dia 16 de agosto de 1977, aos 42 anos de idade, ELVIS ARON PRESLEY foi declarado oficialmente morto. Às 8:00 da noite, a equipe médica revelou a causa do óbito: arritmia cardíaca. A autópsia realizada, confirmou que nenhum tipo de droga ilegal foi encontrada em seu corpo. Nesta época, os remédios usados por ELVIS tornaram-se tópicos para a mídia, imprensa, cheio de estórias e mais estórias. Nos anos seguintes, várias teorias apareceram. Levariam 19 anos para que 22 patologistas, juntamente com o Departamento de Investigação do Uso de Drogas, a alta tecnologia toxicológica e mais 12 documentos confidenciais, para se chegar na VERDADE sobre sua morte. Em 1994, 17 anos após sua morte, a decisão de reexaminar os resultados da autópsia, foi tomada. Para acabar com a controvérsia de tantos livros escritos sobre a morte do REI, o estado do Tennessee recorreu a um homem que era considerado o expert da patologia americana: Dr. Joseph Davis, chefe do Centro Médico de Dade County, Flórida, com um currículo com mais de 20.000 autópsias e 40 anos de experiência. Depois de examinar toda a autópsia de ELVIS, Davis concluiu: "ELVIS PRESLEY não morreu de overdose e sim de um violento ataque cardíaco." ** De acordo com a posição do corpo de ELVIS quando foi encontrado, concluiu-se que ao sofrer o ataque cardíaco, ele caiu de cabeça no carpet, falecendo quando todo seu corpo atingiu o chão. Tudo muito rápido. Ao contrário de uma overdose, onde ELVIS teria entrado num estado de sonolência, arrastaria-se talvez até a porta em busca de ajuda. Leva-se horas para morrer de drogas; "... o único meio que pudesse ter matado ELVIS assim tão rápido, seria se ele tivesse recebido uma dose letal de heroína." - acrescenta Davis. ** ELVIS estava muito obeso, quilos extras que adquiriu em menos de 2 meses. Demais para o coração poder suportar. ** Não havia nenhum sinal de edema pulmonar em seus pulmões. Se sua morte tivesse sido causada por uma overdose, seus pulmões estaríam com um enorme edema. Muito pelo contrário, "...eram os mais limpos e firmes pulmões que eu já vi" lembra-se Davis. ** É possível que sua morte aos 42 anos, seja consequência de seu código genético, com uma lista grande de problemas cardíacos no seu lado materno. De fato, poucos homens em sua família, passou dos 45. Mas então, por que tantos autores e leitores querem acreditar que foi uma overdose? Apesar de tudo, através dos anos, a culpa pertenceu a Dr. Nichopoulos, que prescreveu cerca de 10 mil remédios para ELVIS durante um período de 19 meses. Mas esses remédios, eram para uma série de turnês, acompanhado de seus amigos, o pessoal de sua equipe e banda. Dr. Nichopoulos foi acusado pelo estado do Tennesse, por suas infrações com ELVIS e 10 outros pacientes, sendo condenado por prescrever tais receitas. Sua licença médica foi suspensa. (Todos estes relatos foram extraídos do livro: "Down at the End of Lonely Street - A vida e morte de Elvis Presley" autores: Peter Harry Brown e Pat H. Broeske Considerada a mais VERDADEIRA e COMPLETA biografia de ELVIS.) A multidão nos arredores de Graceland chegou a 80.000 pessoas. No dia 18 de agosto, aconteceu o funeral deixando a avenida lotada em ambos os lados das calçadas na rota de Graceland para o Cemitério Forest Hill. Muitos fans começavam a rezar à medida que a caravana de limousines passava vagarosamente através da avenida. Era como se toda a cidade de Memphis trabalhasse na produção do show final de ELVIS. À caminho do cemitério, Esposito ficou admirado em ver tantas pessoas nas ruas. Mais de 4.500 arranjos de flores foram enviados, a maioria em formato de guitarras, hound dogs e teddy bears. Dias após, tentaram roubar seu corpo e a família decidiu transferí-lo para Graceland em outubro`77, juntamente com o corpo de sua mãe. Em 26 de junho de 1979, aos 63 anos, Vernon Presley faleceu e os negócios de ELVIS passaram a ser administrados por Priscilla, que afastou o coronel Parker (morto no início de 1997). Graceland, transformada em museu, tornou-se o segundo lugar mais visitado dos Estados Unidos depois da Casa Branca. (Os guias de Graceland, adoram dizer aos visitantes, que mais de um bilhão de discos de ELVIS foram vendidos. Daria para dar 2 voltas ao redor do planeta Terra!) Após 22 anos, desde sua morte, ELVIS PRESLEY foi eleito o ARTISTA do SÉCULO, com mais de 1.000.000.000 de discos vendidos. Nunca, em toda a história da música, houve alguém com tal record. Sendo assim, por adquirir tal título, no ano de 1999, os Estados Unidos comemorou a grandesa de seu REI, imbátivel como nunca, com celebrações e vários lançamentos inéditos pela BMG. Mais que um artista completo, ELVIS PRESLEY tornou-se mito, lenda, fenômeno, o REI do ROCK."Eu realmente nunca pensei muito em como seria morrer... Acho que o que mais eu sentiria saudade seria ELVIS. Mas talvez o Céu seja como Graceland... Poderia sentar na Jungle Room o dia todo, escutando os antigos discos 45 rpm e comer sanduíche de banana com pasta de amendoim. E de vez em quando... ele mesmo, ELVIS entraria, pegaria um sanduíche e conversaria... Se o Céu for assim... eu não tenho medo algum de morrer..." (... HUNTER KINSEY, 1997)

BIOGRAFIA

Origens

Elvis Presley possui ascendência escocesa por parte de pai; no final da primeira metade do século XVIII chega aos Estados Unidos o primeiro integrante da família Presley estabelecendo-se no estado da Carolina do Norte; apesar do nome de família ser grafado com dois "s", o pai de Elvis foi registrado com somente um. A família Smith, família materna, tem origens nos estados das Carolinas. Gladys Love Smith, mãe de Elvis, posteriormente conhecida como Gladys Presley, nasceu no dia 25 de Abril de 1912 em Pontotoc no Mississippi, Vernon Elvis Presley ou simplesmente Vernon Presley nasce em 10 de Abril de 1916 em Fulton no estado do Mississippi. No ano de 1933 os pais de Elvis se conhecem. Eles se casam em 17 de junho do mesmo ano no condado de Pontotoc. Embora essa seja aceita como a possível origem de Elvis, surgiu recentemente a versão que ele possui ascendência escocesa. O ponto de igualdade entre as versões fica por conta do local escolhido pelos supostos antepassados para estabelecerem suas vidas: Carolina do Norte.


Primeiros anos

Elvis Aaron Presley nasceu na cidade de East Tupelo, no Estado do Mississipi, no dia 8 de janeiro de 1935. Na pequena cidade do interior dos EUA, Em seus primeiros anos de vida, cresceu em meio aos destroços de um furacão que devastou sua cidade no dia 5 de abril de 1936. Esse triste fato ocasionou, mesmo o estado do Mississipi sendo na época um centro do racismo americano, uma união entre brancos e negros, que deixaram de lado por algum tempo, o conflito racial, tudo em prol da reconstrução da cidade. Em 1945, Elvis participou de um concurso de novos talentos na "Feira Mississippi-Alabama", onde conquistou o segundo lugar e o prêmio de 5 dólares, mais ingressos para todas as diversões. Elvis, na ocasião, cantou Old Shep, canção que retrata o desespero de um menino pela perda de seu cão. No mesmo ano, seu pai o presenteou com um violão, que passou-lhe a companhia constante, inclusive na escola.

Elvis e a família se mudaram para Memphis no dia 12 de setembro de 1948. A família Presley morou por um bom tempo em condições precárias. No período de 1948 até 1954.

Elvis trabalhou em várias atividades foi lanterninha de cinema e motorista de caminhão. Concluiu seus estudos em 1953. Nas horas vagas, cantava e tocava seu violão e, eventualmente, onde possível, arriscava alguns acordes ao piano. Reza a lenda que apreciava cantar na penumbra e até em breu total. Suas influências musicais foram o pop da época, particularmente Dean Martin; o country; a música gospel, ouvida na igreja; o R&B, capturado na histórica "Beale Street", em sua adolescência, na cidade de Memphis; além de seu apreço pela música erudita particularmente a ópera. Um de seus maiores ídolos era o tenor Mario Lanza e, naturalmente, cantores gospel comoJ. D. Sumner, seu preferido



Anos 50

Começo da carreira profissional
Em 18 de Julho de 1953 e posteriormente em 4 de Janeiro, 5 de Junho e 26 de Junho de 1954, Elvis grava algumas canções de forma experimental, no "Memphis Recording Service", filial da Sun Records. Entretanto, em julho de 1954, Elvis entra em estúdio e grava outras canções iniciando assim sua carreira profissional.
No dia 5 de julho de 1954, que é considerado como o marco zero do rock, Elvis ensaiava algumas músicas, até que, em um momento de descontração, de forma improvisada, começou a cantar "That's All Right, Mama", provocando em Sam Phillips um grande entusiasmo. "Take" realizado, nova canção, no gênero, foi concebida; dessa vez, "Blue Moon of Kentucky", com nova grande aprovação. Ambas comporiam seu primeiro disco, um "compacto simples" (single). Participaram das sessões, além de Elvis e Sam, o guitarrista Scotty Moore e o baixista Bill Black.
No dia 7 de Julho as duas canções são executadas pela primeira vez em uma rádio de Memphis, o resultado é um sucesso absoluto. Devido a toda essa repercussão, Elvis é convidado a dar uma entrevista, sua primeira como cantor profissional. A canção "Blue Moon Of Kentucky" chega ao primeiro lugar na parada country da Billboard na cidade de Memphis e "That's All Right" atinge o quarto lugar da mesma parada. Já no dia 17 de Julho ele realiza o seu primeiro espetáculo na cidade de Memphis, em 2 de Outubro ele faz seu primeiro espetáculo fora de Memphis, a cidade escolhida foi a capital do Country, Nashville.
Em 8 de Outubro, Elvis faz sua primeira apresentação fora do estado do Tennessee, a cidade escolhida é Atlanta na Geórgia. No dia 16 do mesmo mês Elvis têm provavelmente o seu primeiro grande momento na carreira, ele realiza na cidade de Shreveport no estado da Louisiana um espetáculo que era transmitido pela rádio local de enorme sucesso na época chamado "Louisiana Hayride", onde ele foi recebido de forma bastante entusiasmada pela platéia.
O ano de 1955 pode ser avaliado como a gênese do sucesso nacional de Elvis. Além das inúmeras polêmicas em torno de suas apresentações. Somando-se a isso, as suas performances em programas de rádio e algumas apresentações em programas locais de televisão, onde ele se destaca. Suas canções começam a fazer sucesso nacionalmente, "Mystery Train" chega ao 11º lugar na parada nacional country da Billboard, "Baby, Let's Play House" atinge o 5º posto na mesma parada, até culminar com a primeira canção "número um" nos charts nacionais, canção denominada "I Forgot To Remember To Forget".
Neste mesmo ano ele conheceria o seu empresário Tom Parker, que agenciaria sua carreira ao longo de sua vida. Apesar dos múltiplos rumores, dos quais o próprio Elvis fora sabedor, apenas nos anos 80 revelou-se, publicamente, seu verdadeiro nome e nacionalidade. Parker recebera título-honorário, seu verdadeiro nome era Andreas Cornelius van Kuijk, oriundo da Holanda e nascido em 1909.
A biografia de Parker é enormemente polêmica, controvertida e ambivalente, assim como sua função empresarial. Em novembro de 1955, após expressiva repercussão, seu contrato foi vendido para RCA Victor.



Fama e a consagração mundial

GracelandEm 1956, Elvis tornou-se uma sensação internacional. Com um som e estilo que, uníssonos, sintetizavam suas diversas influências, ameaçavam a sociedade conservadora e repressiva da época e desafiavam os preconceitos múltiplos daqueles idos, Elvis fundou uma nova era e estética em música e cultura populares, consideradas, hoje, "cults" e primordiais, mundialmente. Suas canções e álbuns transformam-se em enormes sucessos e alavancaram vendas recordes em todo o mundo. Elvis tornou-se o primeiro "mega star" da música popular, inclusive em termos de marketing. Muitos postulam que essa revolução chamada rock, da qual Elvis foi emblemático, teria sido a última grande revolução cultural do século XX; já que, as bandas, cantores e compositores que surgiram nas décadas seguintes - e fizeram muito sucesso, foram influenciados, de alguma maneira, direta ou indiretamente por Elvis.
O preço do pioneirismo transformador, entretanto, é altíssimo. Elvis foi implacavelmente perseguido pelos múltiplos segmentos reacionários norte-americanos e por todas as etnias. Os brancos, preconceituosos burgueses representantes da classe dominante, achavam-no vulgar, enquanto representante de uma estética popular, cuja interface negra - o rock, "filho" também do R&B - era uma música de negros e para negros e, por isso, considerada "menor" por aquele grupo dominante. Já os negros, achavam que por ser uma música de origem negra, nenhum branco deveria representá-la e divulgá-la, mormente para um faturamento que sempre lhes fora negado! Elvis, em verdade, foi perseguido e tornou-se vítima de muitos preconceitos por ir de encontro a um sistema estabelecido e quiçá por ter origens humildes, um "caipira sulista", fato pelo qual ele sempre foi discriminado. Muitos de seus admiradores postulam que somente o seu talento e perseverança o mantiveram "vivo" até os dias atuais e que a descrição de que ele só fez sucesso por possuir uma aparência de certa forma agradável, não é mais considerada como uma versão admissível pelos biógrafos sérios e historiadores daquela época e da música, sendo consideradas nos dias atuais como risíveis e recheadas de clichê. Mas Elvis superou as adversidades, ainda que a pecha da vulgaridade tenha permanecido no seio dos segmentos mais ostensivos às camadas mais populares. Tornou-se o "Rei do Rock"! - lembram os estudiosos de sua obra, com propriedade, o gênero que, curiosamente, menos interpretou quantitativamente; título outorgado primeiramente pela revista Variety.
Até os dias atuais, Elvis é lembrado como um dos maiores nomes da música em todos os tempos, ainda que sua importância maior talvez ainda esteja por ser estudada e compreendida, por epistemólogos da Sociologia e Psicanálise, principalmente. Suas apresentações televisivas quebraram todos os recordes de audiência, além das inevitáveis polêmicas geradas por suas performances explosivas. Podem ser citadas como exemplos, as interpretações de "Hound Dog" nos programas de Ed Sullivan e Milton Berle. Um fato bastante propalado e que evidencia esse momento são as famosas censuras em torno de suas apresentações televisivas, fato comprovado pelas apresentações onde ele foi filmado da cintura para cima, uma em 1956 no programa "The Steve Allen Show" e outra em 1957 no programa "The Ed Sullivan Show".
Em 1 de Abril de 1956 Elvis grava uma performance em cores da canção "Blue Suede Shoes", cena esta que fazia parte de um teste feito pela 20th Century Fox para o filme "Love Me Tender", sendo que a referida cena não foi transmitida na época, tendo permanecido nos arquivos da "FOX" até finais da década de 80, essa talvez tenha sido sua primeira performance em cores, afinal, naquela época a transmissão em cores estava em seu início. Os filmes "Love Me Tender", "Loving You", "Jailhouse Rock" e "King Creole" foram um grande sucesso de público e, principalmente, os dois últimos, também tiveram seus méritos reconhecidos pela crítica especializada. No mês de Outubro de 1956, Elvis realiza um espetáculo na cidade de Dallas no estádio "Cotton Bowl" para um público estimado de 27 mil pessoas, algo incomum para um artista solo naqueles idos. Em janeiro de 1957, em sua última apresentação no programa de Ed Sullivan, Elvis provocou uma enorme celeuma, quando, contra a vontade do apresentador, cantou a música gospel preferida de sua mãe, "Peace In The Valley". A repercussão foi imediata e polêmica, levando-o à gravação de seu primeiro disco gospel, um EP (compacto duplo com quatro músicas). No final de 1957, um show realizado no Pan Pacific de Los Angeles foi considerado um dos maiores momentos da carreira de Elvis, por sua sensual e arrebatadora apresentação, considerada escandalosamente provocativa pelos puritanos da época. No mesmo ano de 1957, Elvis se apresentou no Canadá, os seus únicos shows fora dos EUA, em um total de cinco espetáculos que abalaram o país vizinho. Neste ano, Elvis adquiriu a mansão Graceland, sua eterna morada.



Ida ao Exército e morte da mãe

Em 1958, Elvis foi para o exército, uma convocação real, facilmente descartável, porém aproveitada comercialmente por seu empresário para expandir sua faixa de público. Transferido, permaneceu na Alemanha de outubro de 1958 até março de 1960. Em agosto de 1958, o falecimento de sua mãe transformar-se-ia no marco mais dramático de sua vida. Elvis jamais voltaria a ser o mesmo no quesito pessoal. Ironicamente, nesse momento, Elvis é o maior ídolo mundial de todos os tempos.



Anos 60

A volta do Exército
Em março de 1960, Elvis retornou da Alemanha e surpreendeu o mundo ao aceitar o convite para participar do programa de Frank Sinatra, "The Frank Sinatra Show - The Timex Special", realizando uma de suas melhores performances televisivas. Selou, a partir de então, uma relação de cordialidade com seu anfitrião e com Sammy Davis, Jr. - com quem, inclusive, ensaiou os números de orquestra -, que perduraria ao longo de sua vida. O programa bateu todos os recordes de audiência do ano, inserindo Elvis em um nova faixa de público e apresentado pela "Rat Pack", naquele momento, contava com grande prestígio, razão pela qual o astuto empresário Tom Parker o garimpara.No cinema, Elvis Presley contou com a sensível direção do veterano Don Siegel no filme Flaming Star, um novo reconhecimento da crítica, virando um de seus mais bem sucedidos filmes em qualidade, ainda que tenha, curiosamente, desapontado seu público, à época, exigente de películas apenas histriônicas. No mesmo ano de 1960, Elvis novamente surpreende e lança um álbum gospel, contrariando o seu empresário e os proprietários da gravadora, que não viam com bons olhos um trabalho nesse gênero musical, entretanto, seguindo seu instinto e de certa forma querendo homenagear sua mãe, ele participa de toda a parte de produção e no final do ano o álbum é lançado tornando-se um grande sucesso de público e crítica.
Já em 1961, Elvis realizou shows em Memphis e no Hawaii com grande sucesso de crítica e público. O show havaiano, beneficente, concordam seus seguidores mais iniciados e alguns críticos, tornou-se emblemático de apresentações clássicas, no gênero, no show-business. No mesmo ano, Elvis foi homenageado com o "Dia Elvis Presley", tanto na cidade de Memphis como no estado do Tennessee. Elvis provava que sua ida ao Exército e o fim da década de 50 não abalaria seu sucesso e que alguns de seus álbuns na década de 60 tornariam-se clássicos, sendo avaliados como alguns dos melhores de sua carreira.



Hollywood Bons e maus momentos

No período de 1960 até 1965, os seus filmes são um grande sucesso de público no mundo inteiro. Alguns críticos mais generosos, ainda que implacáveis acerca da qualidade duvidosa das películas, clamavam por melhores oportunidades e personagens para Elvis Presley que, entretanto, envolvido em uma ciranda mercadológica, não se dispunha a aprender o ofício e freqüentar Escolas de Artes Cênicas confiáveis, para aprimorar-se no ofício - a exemplo de Marlon Brando, e muitos outros. Ainda assim, sua versatilidade esteve presente e vários gêneros foram visitados, sendo elogiado por algumas de suas performances, mesmo os roteiros não sendo avaliados como satisfatórios, ou seja, ele fazia a sua parte com méritos, mesmo não possuindo material de qualidade - entre os gêneros apresentados em seus filmes podem ser destacados, "musical", "faroeste", "drama" e "comédia" - os maiores e melhores destaques nesse período foram:
Flaming Star (1960)
Wild In The Country (1961)
Follow That Dream (1962)
Kid Galahad (1962)
Fun in Acapulco (1963)
Viva Las Vegas (1964)
Roustabout (1964)
A partir de 65, seus filmes e trilhas-sonoras perderam qualidade drasticamente, configurando período de grande alienação e tédio pessoal para o artista. Durante as filmagens de "Viva Las Vegas", em 1963, os protagonistas, Elvis e Ann-Margret, sueca de beleza estonteante, apaixonaram-se intensamente; o que legou bons resultados ao produto final. E muita especulação na mídia. O filme "Viva Las Vegas" é considerado um de seus melhores momentos no cinema, sendo muito elogiado até os dias atuais.



Elvis Presley e The Beatles.

No dia 27 de agosto de 1965, Elvis e a banda inglesa The Beatles se encontraram em âmbito doméstico, sem evidências, até agora, de qualquer produto áudio/visual relevante. A única imagem alusiva ao encontro de Elvis e Beatles é uma foto em que John Lennon aparece saindo da casa de Elvis. No documentário The Beatles Anthology, de 1996, os ex-beatles Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr, confirmaram jamais terem tocado com Elvis, e que somente John Lennon o fizera. No mesmo documentário, Ringo, para os biógrafos confiáveis, a grande estrela da noite em simpatia e camaradagem geral, comentou ter jogado futebol com Elvis.



Virada na carreira.

Apesar da fase de pouca qualidade em seus filmes e respectivas trilhas-sonoras, o ano de 1967 será lembrado pelo lançamento do disco que seria considerado um "divisor de águas" na carreira de Elvis, o gospel How Great Thou Art; decorrente de radical mudança em sua produção musical.
O álbum surpreendeu o mundo, gradativamente, transformou-se em um grande sucesso de crítica e público; sendo, posteriormente, agraciado com um honroso Grammy, o Oscar da música. De alguma forma, o fonograma - de grande qualidade - e seus resultados, aguçou e excitou musicistas, produtores, fãs e o grande público. Bem produzido e com peças esmeradas, Elvis Presley dera indícios de sua vitalidade e criatividade, ainda em franca ascensão e plena maturidade musical. Fundou-se, portanto, um tempo de bons arranjos e melhor seleção musical. Ocorreram profundas mudanças em seus tons, na própria tessitura vocal e, conseqüentemente, em seus registro.
Gradativamente, a própria extensão seria privilegiada, com comprometimento da afinação.
No mesmo ano, Elvis Presley finalmente casou-se com Priscilla Beaulieu, já residente em Graceland, Memphis, desde meados da década, o matrimônio foi realizado na cidade de Las Vegas. Nesse período, entre 1967 e 1968, foram lançados alguns compactos muito elogiados; realmente, enormemente criativos e interessantes - goste-se ou não de Elvis Presley, reconhecerão seus ouvintes. Tudo devido as sessões de gravação ocorridas ainda em 1966, mais precisamente em maio e junho, onde o repertório foi sendo aprimorado qualitativamente, gerando além do álbum "How Great Thou Art", outras canções de bom nível como "Indescribably Blue", "I'll Remember You" e "If Every Day Was Like Christmas". O mesmo pode ser percebido em 1967 em canções como "Suppose", "Guitar Man", "Big Boss Man", "Singing Tree", "Mine", "You'll Never Walk Alone".
No período de 66/67, Elvis realiza várias sessões caseiras, onde ele interpreta várias canções de vários estilos e épocas distintas, mostrando um talento intuitivo e natural, no entanto, essas gravações só cairam no conhecimento do público, em sua grande maioria, no final da década de 90.



Elvis NBC TV Special

Em dezembro de 1968, Elvis Presley apresentou-se nacionalmente para a televisão norte-americana, o Elvis NBC TV Special; em um mega-programa que, a posteriori, seria considerado o primeiro acústico da história. Em performance considerada até os dias atuais como magistral, Presley foi aclamado pelo público e crítica especializada. Coronel Tom Parker, lendário empresário do artista, vislumbrara um programa piegas, tradicional e conservador, no entanto, devido a grande empatia estabelecida entre Presley e o então jovem produtor Steve Binder, realizou-se um espetáculo contundente e ousado; inclusive com cenas interditadas pela "Censura Federal" daqueles idos.
Neste especial, que foi ao ar poucos meses depois da morte de Martin Luther King, assassinado em abril na cidade de Memphis, e por isso mesmo no auge do racismo, Elvis apareceu ao lado do grupo vocal chamado "The Blossoms", grupo que era composto por três mulheres negras (Fanita James, Jean King, Darlene Love) no horário nobre, fato que causou uma grande polêmica.
Um trabalho reconhecidamente antológico e pioneiro. Foram apresentados clássicos dos anos 50, algumas músicas da década de 60 e, ainda outras, inéditas. "Tiger Man" (lançada no disco Elvis Sings Flaming Star), "Baby, What You Want Me To Do", "Up Above My Head", "Nothingville", "If I Can Dream", "Memories" e "Saved", estiveram no roteiro, de um programa dividido em sets; entre "jam sessions" eletrizantes e performances clássicas em cenários monumentais e arranjos grandiosos - elaborados pela competente orquestra da NBC. Elvis Presley atingira maturidade artística.



A volta aos espetáculos

No ano de 1969, Elvis retornou aos palcos, após 8 anos de afastamento voluntário do contato direto com o público. O lugar escolhido foi Las Vegas, onde passou a realizar várias temporadas anuais regularmente; aclamadas pela crítica e público. Vegas, seria, em verdade, sua grande escola. Elvis não fora "crooner", não passara anos a fio cantando na noite e saíra do anonimato para o esplendor em muito pouco tempo.
Nos anos 50, suas apresentações explosivas eram, em verdade, espontâneas e intuitivas; tão fascinantes como, de certa forma, ingênuas e amadoras. Pois, a partir deste 1969, Elvis Presley amadureceria sua performance e tornar-se-ia um cantor experiente e com domínio cênico, além de ser avaliado como fantástico pela crítica da época, além de profissional e exuberante. E excêntrico, com suas roupas ainda mais extravagantes e estilizadas.
O ano de 1969 também seria marcado por sessões de gravação muito produtivas e pela escolha de um repertório e equipe musical de grande qualidade. A resposta foi imediata: "Suspicious Minds", "In the Ghetto" e "Don't Cry Daddy" tornam-se "big hits" em todo o mundo. Por razões contratuais, concluiu seus últimos filmes de ficcção, que pouco interesse despertaram, tampouco a um Elvis reinventado em criatividade, vigor e emoção!



Anos 70

O ano de 1970 denotou um grande amadurecimento cênico e vocal de Elvis Presley, em relação ao anterior. Novas temporadas em Las Vegas ocorreram, com mudanças radicais em repertório - mais versátil e atualizado para aqueles dias -; shows avaliados como eletrizantes, tanto pela crítica como pelo público, porém com roteiros mais elaborados. Muitas dessas apresentações foram gravadas e deram origem a discos como "On Stage".
Pela primeira vez no mundo, um artista prescindia de seu nome na capa - no original. Um novo marco! Apesar do grande sucesso, segmentos da crítica e dos estudiosos do show-business temiam que a rotina de espetáculos em Vegas, terra de pouca inventividade, pudessem tornar Elvis alienado e desmotivado, o que definitivamente não ocorreu. No mesmo ano, após seu retorno às apresentações ao vivo, Parker e Presley iniciaram uma série de grandes espetáculos históricos e considerados magistrais, mesmo na época de sua realização; e inventaram, gradativamente, uma nova concepção de shows: as "mega-tours". Presley fez 6 shows no Astrodome, em Houston, onde quebrou todos os recordes de público, reunindo 43.000 pagantes na quarta apresentação. Um recorde impensável para aqueles idos!



That's The Way It Is

No mesmo ano de 1970, Elvis surpreendeu o show-business com a realização do documentário That's The Way It Is, filmado nos meses de julho e agosto, com cenas de estúdio e ao vivo; lançado no final do ano nos EUA - e, no ano seguinte, no Brasil. A película foi recebida com sucesso estrondoso, particularmente no Japão, onde quebrou recordes de público, com filas intermináveis. Tornou-se um mega-sucesso, dirigida pelo então jovem e talentoso diretor Dennis Sanders; com quem, entretanto, Elvis não chegou a estabelecer uma relação confortável. Elvis tornara-se um artista maduro e um "entertainer" cativante, para vários públicos.
O karatê, uma de suas paixões, passou a ocupar ainda mais espaço cênico em suas coreografias. No final do ano, Elvis encontrou o Presidente Richard Nixon, em episódio insólito e controvertido biograficamente.
Em 1971 Elvis foi agraciado com duas importantes premiações, a primeira logo em janeiro, se referia ao prêmio concedido pela "Câmara Júnior de Comércio estadunidense" em relação as dez pessoas mais importantes da américa em 1970. Seguindo-se a isso o prêmio denominado Grammy Lifetime Achievement Award, uma espécie de "conjunto da obra", foi concedido pelo Grammy ao rei do rock.



On Tour e Nova Iorque

Entre 1970 e 1972, Elvis Presley realizou, com enorme êxito, várias turnês pelos EUA e, motivado pelo grande sucesso de "That's The Way It Is", um novo filme foi idealizado; desta feita, na tentativa de capturar a intimidade e o ritmo frenético do astro e seus fãs nestas empreitadas.
Então, em 1972, concluiu-se o documentário Elvis on Tour, de concepção bastante moderna para a época, vencedor do Globo de Ouro daquele ano, em sua categoria. Também em 1972, Elvis apresentou quatro mega-espetáculos em Nova Iorque, no lendário Madison Square Garden. Novos recordes foram quebrados, de público e arrecadação. A imprensa local foi ao delírio com ótimas críticas, como as do "New York Times": "É lindo por que ele faz o que sabe fazer de melhor. Sexta feira a noite, no Madison Square Garden, foi assim.
Ele ficou ali parado, no final, seus braços abertos, a grande capa dourada dando-lhe asas. Um campeão. Único em sua liga.", ou então, "Como um príncipe de outro Planeta". Insolitamente, suas únicas performances em palcos da cidade. Grandes celebridades do "show-business" estiveram presentes aos shows, amplamente noticiados em todo o mundo, inclusive no Brasil. Entre outros, Art Garfunkel, Eric Clapton, John Lennon e David Bowie - atrasado pelo grande congestionamento do trânsito -, mostraram-se encantados.
Neste 1972, seu casamento chegaria ao fim, ainda de maneira informal, causando-lhe imenso impacto e progressivo transtorno pessoal. Ironicamente, Elvis viveu um ano triunfal profissionalmente, retornando, glorificado, ao primeiro lugar das paradas mundiais de sucesso com a canção "Burning Love".



Aloha from Hawaii

Apesar de estar mergulhado em problemas pessoais e de saúde, mas no auge como artista, em 14 de janeiro de 1973, Elvis Presley realizou o primeiro show via satélite do mundo, transmitido, ao vivo, para muitos países e, posteriormente, para quase todo o planeta.
O especial, Aloha from Hawaii, foi assistido por aproximadamente 1,5 bilhão de telespectadores - número surpreendente para aqueles dias. Nos Estados Unidos, sucesso estrondoso, foi ao ar em abril de 1973, tendo recebido o seguinte comentário no editorial do jornal The New York Times: "Elvis superou sua própria lenda!" No Brasil, foi ao ar em abril do ano seguinte, 1974, com grande êxito.
O álbum duplo, inaugural do sistema "quadrafônico", uma espécie de ancestral do "home theater", foi imediatamente colocado no mercado, atingindo rapidamente o marco de 1 milhão de cópias vendidas.



A volta a Memphis

Apesar do aumento dos problemas pessoais e uma crescente piora em sua saúde com o visível aumento de peso, Elvis consegue empolgar em muitos de seus shows a partir de 1974, seus espetáculos foram se transformando, onde era priorizado a qualidade e grandiosidade das canções e sua voz que atingia cada vez mais o seu auge. O ano de 1974, artisticamente, foi deveras criativo para Elvis Presley e poderia ter se tornado a pedra fundamental para uma nova grande guinada em sua carreira e vida pessoal, o que aconteceria em parte, especialmente em alguns espetáculos em Las Vegas, onde Elvis inovou em seu repertório, bem como em seus trajes, bastante distintos em relação aos usados na época; Após 13 anos ausente dos palcos de Memphis, sua residência, neste 1974 Elvis voltou a apresentar-se na cidade, triunfalmente.
O show do dia 20 de março foi gravado, garantindo-lhe novo Grammy pela performance de "How Great Thou Art", um clássico do cancioneiro religioso.Até hoje, o feito expressivo é referenciado como de grande relevância em sua carreira, por fãs e interessados em música e sua história. Enormemente insatisfeito com os rumos dados à carreira por seu empresário Tom Parker - repertório, gravadora, Las Vegas, recusas de bons roteiros cinematográficos -, Elvis chegou a demiti-lo mas, posteriormente, indiretamente desautorizado por familiares - desinteressados no rompimento -, voltou atrás; muito frustrado e insatisfeito.



Últimos Anos

Ainda no ano de 1974, Elvis voltou a se apresentar no Astrodome, de Houston, estádio monumental, jamais contemplado com tal magnitude de um espetáculo de música popular. Novos recordes foram quebrados, superiores aos próprios, de 1970.
Em um segundo show, 44.175 pagantes foram contabilizados; público até então inimaginável para um concerto de um único artista. Além de Houston, realizou shows históricos em Los Angeles, no mês de maio; prestigiado inclusive por artistas e bandas das novas gerações, então no auge, como um eufórico e entusiasmado Led Zeppelin. Uma única sessão de gravação foi realizada no ano seguinte, 1975, quando, no último dia do ano, Elvis Presley quebrou novo recorde de público para um artista solo até então, apresentando-se para 62 mil pessoas. Segmento de seus biógrafos afirmam que este seria seu último ano primoroso artisticamente; Elvis realiza shows históricos em sua carreira, sendo elogiado por todos, propiciando o seguinte comentário do jornal The New York Times: "Cada vez mais Presley melhora sua voz atingindo excelentes notas vocais. Ele ainda é o rei nos palcos.", referindo-se aos shows de "Uniondale" no condado de Nassau no estado de Nova Iorque. Muitos afirmam que os alguns dos melhores shows de Elvis em toda a carreira foram realizados em 1975.
No mesmo período são lançados dois dos melhores álbuns de Elvis na década de 70, Elvis Today e Promised Land. Entretanto, pessoalmente, seus percalços se somavam gradativamente. Em 1976, ano em que realizou mais de 100 mega-espetáculos, Elvis voltou a apresentar-se no último dia do ano, na cidade de Pittsburgh; reconhecido pela crítica e público como um dos seus últimos grandes espetáculos de qualidade; para os fãs, antológico! Elvis Presley subiu aos palcos regularmente, de forma sofrível, ao longo dos seis primeiros meses de 1977, com a saúde visivelmente deteriorada. No mês de junho, teve espetáculos filmados pela rede de televisão CBS, vislumbrando um vindouro mega-especial, a ser levado ao ar em cadeia nacional oportunamente.



A MORTE

Na noite de 15 de Agosto Elvis vai ao dentista por volta das 11 da noite, algo muito comum para ele. De madrugada ele volta a Graceland, joga um pouco de tênis e toca algumas canções ao piano, indo dormir por volta das 4 ou 5 da madrugada do dia 16. Por volta das 10 horas Elvis teria levantado para ler no banheiro, o que aconteceu desse ponto até por volta das duas horas da tarde é um mistério, o desenlace ocorreu, possivelmente, no final da manhã, no banheiro de sua suite, na mansão Graceland, na cidade de Memphis, no Tennessee. Os fatores predisponentes sistêmicos, os hábitos cotidianos e as circunstâncias que culminaram com a morte de Elvis Presley, são dos pontos mais polêmicos e controvertidos entre seus biografos e fãs. Elvis só foi encontrado morto no horário das duas horas da tarde por sua namorada na época, Ginger Alden. Logo após, o seu corpo é levado ao hospital "Memorial Batista" e sua morte confirmada.
A morte de Elvis Aaron Presley no dia de 16 de agosto de 1977, causada por colapso fulminante associado à disfunção cardíaca, surpreendeu o mundo, provocando comoção[23] como poucas vezes fora vista em nossa cultura; inclusive no Brasil. Os fãs se aglomeraram em maior número em frente a mansão. As linhas telefônicas de Memphis estavam tão congestionadas que a companhia telefônica pediu aos residentes para não usarem o telefone a não ser em caso de emergência. As floriculturas venderam todas as flores em estoque. O velório aconteceu no dia 17. Alguns, dos milhares de fãs, puderam ver o caixão por aproximandamente 4 horas.Por volta das 3 da tarde do dia 18 a cerimônia para familiares e amigos foi realizada, com canções gospel sendo cantadas pelos "Stamps" (Grupo vocal gospel) e por Kathy Westmoreland (cantora), ambos fizeram parte do grupo musical de Elvis na década de 70. Após a cerimônia todos foram levados até o cemitério em limusines, logo em seguida o corpo de Elvis é enterrado. Mas para os fãs e apreciadores de artistas que viraram ícones, a morte física de Elvis pouco importa. E para seus admiradores enquanto houver desejo e emoção, Elvis Presley viverá.



DEPOIS DE SUA MORTE

Depois de seu falecimento, vários acontecimentos tornaram Elvis Presley ainda mais famoso e até, segundo alguns, memorável; conseqüentemente, mais pessoas tornaram-se fãs de sua obra. Posto o ídolo, inaugurou-se o mito, eterno, redentor e fonte inesgotável de idealizações. Seu sucesso foi, e ainda é, astronômico! Em 1979 foi realizado o primeiro filme biográfico, para a TV, chamado "Elvis"; no Brasil, intitulado "Elvis Não Morreu", interpretado por Kurt Russell. Em 1981, produziu-se um documentario, avaliado como excelente, denominado This is Elvis; no Brasil, "Elvis o Ídolo Imortal". No ano seguinte, abriu-se ao público, ainda em caráter bastante amador, a mansão Graceland; ainda habitada por alguns parentes. No ano de 1984, Elvis Presley foi homenageado pela fundação do blues e pela academia de música country. Posteriormente, em 1985, lançou-se com enorme sucesso, sendo considerado pela crítica da época como ótimo, o livro "Elvis e Eu", escrito por Priscilla Presley e Sandra Harmon; que seria transformado, em 1988, em filme para a TV, também muito bem sucedido. Passado o impacto de sua morte, os primeiros anos da década de 80 foram de relativa obscuridade para Elvis Presley. O livro de Priscilla foi um importante "divisor de águas" para dias mais prósperos. Prosseguindo com as homenagens, em 1986, Elvis entrou para o hall da fama do rock, na categoria de sócio - fundador. Em 1987, a American Music Awards lhe concedeu – "in memoriam" - prêmio pelo conjunto da obra. A mansão Graceland foi considerada patrimônio histórico dos EUA "(national register of historic places)", em 1991. Elvis Presley, com justiça, foi agraciado com o título de sócio - fundador do hall da fama do rockabilly, em 1997. Nesse mesmo ano, realizou-se, pela primeira vez, o mega-espetáculo "Elvis The Concert", com suas imagens em telão, musicistas de sua banda ao vivo e orquestra. Em 1998, nova homenagem, desta feita, ingressou no hall da fama do country e, em 2001, seria a vez do hall da fama do música gospel. Em 2002 uma nova "Elvismania" tomou conta do mundo. Elvis Presley foi "redescoberto", graças a uma manobra genial da Elvis Presley Enterprises, de biógrafos-colecionadores e de um DJ holandês. O remix da canção "A Little Less Conversation" e o disco Elvis: 30 #1 Hits obtiveram estrondoso sucesso em todo o mundo, apresentando o artista às novas gerações. No ano seguinte, novo êxito, com grande destaque mundial para o remix de "Rubberneckin", seguido pelo CD 2nd to None. Entusiasmada com as vendagem, a "máquina" disponibilizou, em 2004, dois pacotes de DVDs de dois dos seus maiores momentos televisivos: os especiais "Elvis NBC TV Special" e o "Aloha from Hawaii", novos recordes de vendagem. Nesse mesmo ano, Elvis Presley foi elevado à categoria de sócio - fundador do hall da fama da música britânica. O filme Jailhouse Rock galgou patamar honroso entre os filmes estadunidenses; imortalizado, também em 2004, entrando para o "Registro Nacional de Filmes" dos EUA. No ano de 2005, o 70º ano de seu nascimento foi celebrado. Em uma histórica votação realizada pelo site AOL, maior grupo de comunicação do mundo, Elvis Presley foi eleito o 8º maior estadunidense de todos os tempos, em todas as áreas; o 5º do século XX e o 1º dentre os artistas. No ano de 2006, Graceland foi designada como "lugar histórico americano" (national historic landmark) pelo ministro do interior dos EUA. Até 2006, quase trinta anos após sua morte, Elvis vive; e acresce dezenas de milhões de dólares anualmente ao seu espólio.



Elvis in Concert

nicialmente pensado para dezembro, o programa especial Elvis in Concert foi levado ao ar em outubro e registrou uma das maiores audiências da história da rede americana CBS. Ainda que portador de imagens constrangedoras de sua fisionomia e condições físicas, o programa mostrou-nos um profissional despojado e empenhado em tentar superar-se e apresentar-se da melhor forma possível. Entretanto, o que poderia ter sido uma catástrofe para a sua carreira em vida, emocionou um mundo saudoso e agradecido. Musicalmente, o programa mostrou um Elvis Presley apegado ao seu maior trunfo, sua verve de grande intérprete e, munido de maturidade e extensão vocal surpreendente, mais uma vez impactou a todos com a profundidade e eloqüência de suas interpretações, mais uma vez revolucionárias. Até agosto de 1977, Elvis vendera 600 milhões de discos, entre 150 álbuns e singles; superior a qualquer outro artista. Até 2005, estima-se por volta de 2 bilhões de exemplares, recorde absoluto, coroado com centenas de discos de ouro, platina e, mais recentemente, multi-platina. Entre seus muitos prêmios, estão 14 indicações ao Grammy, com 3 premiações; cabe destacar, justíssimas; mormente se considerarmos os prêmios anteriormente não outorgados, possivelmente, por preconceito. E segundo alguns, porque Elvis Presley foi um artista popular, um sujeito - desde sempre - a frente do seu tempo; inserido em uma engrenagem sócio-histórica-cultural bastante complexa, e para os mesmos, não é pouca coisa.


Atualidades

Nos dias atuais, Elvis é considerado por seus fãs, assim como alguns especialistas, e até nomeado por algumas pesquisas, como um dos melhores cantores populares do século XX, sua voz, reconhecem os especialistas, era poderosa e possuia um timbre destacado, principalmente a partir da metade dos anos 60, era detentor de uma surpreendente musicalidade, cantando em vários ritmos e, em algumas oportunidades, em outros idiomas - quer alemão, espanhol e italiano - além de uma rara capacidade interpretativa; toda essa avaliação em torno da voz de Elvis deve-se em grande parte a análise por parte das pessoas que gozam de uma certa noção do melhor de cada cantor, ou seja, o auge da carreira de cada um desses artistas, e até mesmo a comparação das versões de canções interpretadas por quase todos os cantores, como exemplo podemos citar os clássicos "My Way", "Danny Boy", "Impossible Dream", "You'll Never Walk Alone", entre outras. Barítono, fez-se, com méritos, baixo (voz grave masculina) e tenor, em algumas oportunidades. Indiscutível é sua versatilidade e potência vocal: possivelmente, jamais houve um cantor tão eclético ritmicamente! Na contemporaneidade, parte da indústria fonográfica, ao visitar sua biografia, o reconhece, inclusive, como bom produtor musical, além de arranjador; Elvis, como já comprovado pelas biografias lançadas, (hoje podemos ver também vários de seus ensaios com seus músicos em vídeos)sua atuação/participação nos [arranjos] andamento (ritmo que a música deveria ter), arranjos vocais, instrumentais etc; e nos discos que retratam o seu trabalho em estúdio, participava efectivamente das principais e mais elogiadas obras em estúdio de sua discografia. Elvis, ao contrário de nomes como Beatles e Michael Jackson, nunca dispôs da companhia de grandes produtores musicais, os produtores de Elvis são avaliados como regulares e em alguns momentos como de bom nível, mas nada comparado a produtores como Quincy Jones, George Martin, Phil Spector, entre outros, que de certa forma auxiliaram intensamente a carreira de nomes como Beatles, Michael Jackson e a até mesmo o início da carreira solo dos ex-beatles e que grande parcela do sucesso e reconhecimento no auge das respectivas carreiras dos artistas já mencionados, foram graças a seus produtores; igualmente, sobretudo os mais entusiasmados, é reputado como um instrumentista virtuoso. Já como ator, fez o que lha cabia, com profissionalismo e, em algumas oportunidades, conquistou reconhecimento por seu empenho e até mesmo, talento.



Mitos e lendas

Alguns mitos e lendas foram sendo criados em torno do nome e imagem de Elvis Presley, principalmente depois de sua morte física. Abaixo uma relação de algumas mentiras que, segundo alguns, foram sendo desmascaradas com o passar dos anos.

* Um fato bastante comentado entre os fãs sempre foi sobre o suposto "pior show" de Elvis Presley que teria acontecido em 27 de Setembro de 1974 na cidade de College Park em Maryland. Rezava a lenda que Elvis estava mal de saúde, falava demais e cantava pouco, entretanto, esse "mistério" foi solucionado em 2006 com o lançamento do bootleg "Chaos In College Park", onde, segundo os ouvintes, mostra uma performance no geral de razoável para boa e até mesmo com momentos muito bons. Inclusive o título "chaos" foi avaliado como mentiroso e de mau gosto pelos fãs, afinal, o show não está associado a essa palavra, pelo contrário.

* Outro mito que foi desfeito trata das últimas sessões de gravação em seu estúdio particular na mansão Graceland em fevereiro e outubro de 1976. Criou-se uma "imagem" de que Elvis estava de mau humor, com a voz fraca e cometia supostas falhas vocais, por isso os dois discos originados dessas sessões (From Elvis Presley Boulevard e Moody Blue) sofreram um excesso de overdubs. No entanto, o disco lançado pelo selo FTD chamado "The Jungle Room Sessions" do ano 2000 destruiu esses mitos na opinião dos fãs, mostrando um Elvis impecável como cantor e pelo menos, nas sessões, estava de bom humor, provando que Felton Jarvis, na opinião de alguns, teria sido um péssimo produtor, ao menos nestes trabalhos.



Roupas dos espetáculos

As mais famosas roupas de espetáculos de Elvis são chamadas de "jumpsuits", os macacões que Elvis utilizou em suas apresentações no período de 1969 até 1977. As primeiras roupas são avaliadas como bem simples. Grande parte desses trajes foram confeccionados a pedido de Elvis para que tivessem o aspecto de roupas de karatê, com o passar dos anos as suas roupas foram tomando formas mais extravagantes, sendo consideradas até feias por alguns. A sua jumpsuit mais famosa é a do show do Hawaii de janeiro de 1973, a "Aloha Eagle". Mas, antes mesmo desses macacões, Elvis ficou bastante conhecido por suas roupas extravagantes e até mesmo históricas, todas estão em exposição hoje em dia em Graceland; cada um desses macacões recebia um nome, entre eles podemos citar;

* Gold Suit ou The Gold Lame Suit: Foi usada em 1957 em alguns shows, a famosa "roupa dourada", como ficou conhecida entre os fãs brasileiros, se tornou capa de um disco de 1959 chamado Elvis Golden Records Vol.2.
* Black Leather Suit: Essa é a famosa roupa de couro preta do especial da NBC de 1968, ele só a utilizou nesse especial.
* Aloha Eagle: Esse é um dos mais famosos, foi usado no show histórico do Hawaii de 1973, entretanto, essa não foi a única ocasião que ele o utilizou, Elvis também o vestiu em outros concertos no ano de 1973 e começo de 1974.
* American Eagle: É por vezes confundido com o "Aloha", foi um macacão usado por Elvis em alguns espetáculos no ano de 1974, inclusive, nos shows de Los Angeles, no qual, a banda Led Zeppelin marcou presença, esse que é considerado um dos melhores momentos de Presley nos anos 70.
* Benifit: É um daqueles em que o seu formato difere bastante em relação aos demais, considerado por alguns, como um dos mais simples e bonitos, usado em 1975.
* Azteca: Esse é eleito por boa parte dos fãs, como um dos mais feios usados por Elvis em toda a sua carreira, ele o utilizou durante alguns espetáculos de 1975 e 1976.
* Blue Bicentennial e White Bicentennial: Possuem esse nome (Bicentennial), devido a uma homenagem que Elvis queria prestar aos duzentos anos de independência dos EUA em 1976.
* Indian Feather: Segundo fontes, era um dos preferidos do rei do rock, devido ao fato que ele o utilizou durante alguns espetáculos de 1975 até 1977.
* Mexican Sundial: Um dos macacões mais famosos de Elvis, ele o vestiu durante boa parte do ano de 1977, sendo bastante reconhecido devido ao fato dele ter servido de vestimenta durante os shows que se tornaram em especial de TV, o Elvis in Concert, também foi utilizado no último concerto de Elvis em 26 de junho do mesmo ano.
* Historic Suit: Esse, segundo dizem, seria o macacão que Elvis usaria na sua turnê de agosto de 1977, a qual nunca foi realizada, evidentemente devido a sua morte no dia 16 de agosto de 1977.



A voz de Elvis

Elvis dispunha de um registo vocal muito flexível e eclético para quem nunca teve aulas de canto ou mesmo ensino teórico convencional. Elvis, barítono, conseguia atingir 3 oitavas e, por vezes, atingir o registo vocal de tenores e baixos, talvez, devido a esses fatores, muitos conhecedores de sua obra, fãs propriamente, chamam-no de A Voz.

Segundo aqueles que são ávidos de apresentações ao vivo de Elvis, principalmente da década de 70, ele demonstrava com maestria o seu poder vocal, e que até os dias atuais, ainda impressiona aqueles que não conhecem a sua carreira em sua forma mais abrangente; Elvis atingia em muitas de suas performances o chamado "dó de peito", que corresponde a nota musical "Sol 3", feita com voz de cabeça - como se fosse um falsete.

Para surpresa de alguns iniciantes em sua vasta obra, Elvis já dava sinais de grande poder vocal já na década de 50, principalmente em notas graves, a gênese desse futuro fenômeno vocal se deu, na avaliação de alguns, no ano de 1957. Dando prosseguimento a sua evolução como intérprete, Elvis atingiria na década seguinte, uma maturidade vocal bastante elevada, tanto em notas graves e agora também, em notas agudas; um marco dessa evolução, seria o álbum How Great Thou Art, gravado em 1966 e lançado logo em seguida, no início de 1967.

Elvis deu início à sua carreira profissional com apenas 19 anos de idade, portanto, o período de transição da adolescência para a fase adulta, a chamada puberdade, onde, a voz de Elvis estava em plena transformação, atingido assim a sua maturidade nos anos posteriores.

Com o uso constante da voz, as pregas vocais vão se tornando mais resistentes, respondendo muito melhor e mais prontamente, permitindo assim ao cantor atingir notas mais agudas e melhorar a qualidade sonora como um todo, fazendo assim de sua voz um verdadeiro instrumento, como dizem que era o caso de Elvis Presley.

O grande desafio de quem privilegia a extensão é a afinação, canto extremamente técnico, e Elvis conseguiu em várias oportunidades a conciliação difícil, segundo os especialistas. Uma das notas mais difíceis de se atingir é o "dó acima dó central", e Elvis atingiu muitas vezes em espetáculos ao vivo durante a década de 70, dito por especialistas.

Com um extenso alcance vocal e sua técnica de certa forma operesca, principalmente na década de 70, Elvis Presley se notabilizou por ser um dos mais impressionantes exemplos do que um cantor pode fazer com sua voz, transformando-a em um verdadeiro instrumento, provocando até dúvida em algumas pessoas, com os seus ceticismos, se as performances são mesmo de autoria de Elvis.